toda a musicalidade do zero


e aqui, como podemos ver e ouvir, zero interpreta chopin no órgão da catedral de sabáudia. epa!


 

toda a simpatia do zero


nesta bela imagem, zero sai de dentro de um armário, todo sorridente.


 

seis

até passou batido: o tipos completou seis anos em novembro. era pra ter comemoração, mas atrasou.


 

elvis e eu

tempos atrás fomos a um show do elvis presley cover. foi uma experiência meio insólita, pra começar porque no hall do teatro estavam todos os elvis do mundo, altos e baixos, gordos e magros, tomando coca-cola, fumando cigarro ou bebendo água no bebedouro. era elvis em tudo que é lado, mil elvis com roupas esfuziantes ou capas vistosas e até um de bigode e óculos escuros que estava mais pra integrante do village people. enfim, eu não esperava nada daquilo e nem que durante o show o público se emocionasse tanto. vi mais de uma pessoa, elvis ou não, derramar lágrimas ao som do rei. um sujeito calvo e de rabinho praticamente se derreteu no ombro da namorada, e a cena foi até comovente apesar dos clichês. não vou entrar em detalhes, mas o show foi muito bacana mesmo. o elvis era incrível e cantava muito igual ao original; talvez isso explique as lágrimas daquele público alucinado. agora preciso voltar ao início de tudo. chegamos ao teatro com meia hora de folga, e depois de se divertir um pouco com a multidão de elvis, saí para fumar um cigarro e observei mais um deles chegar. desceu do carro, bateu a ponta da bota no chão, olhou para os lados, depois atravessou a rua e veio em minha direção. dei um sorriso, comentei alguma coisa e o cara me falou que ele era o verdadeiro elvis, digo, o que ia fazer o show. pô, que legal, falei, e ele me disse que mais ou menos, fico muito ansioso antes do show, ainda mais quando tem tanto fã, olhe minha mão. tremia. e eu disse que nada, vai ser demais cara, nem encane, o povo tá aqui porque você detona. fui sincero, alguém tinha me dito que o cara detonava, e mais tarde isso se comprovou no show, a começar pela entrada triunfal. ele lançou um sorriso bonito, era de humildade aquele sorriso, e seus olhos brilharam. deu um tapa no meu ombro e entrou no teatro ao som de aplausos e de vários elvis gritando uhu.


 
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